Em casa, juntando fotos antigas, cartas lidas e relidas, lembranças guardadas e a maioria até esquecida. Depois de muitos espirros, encontrei algo que marcou. Era somente um desenho antigo, papel amarelado, com traços infantis e sem nenhuma definição. Mas me fez ‘derramar o mar todo pelos olhos’. Coisas tão simples, mas que tem uma emoção tão profunda enraizada. A energia que esse desenho desprendia me fez viajar alguns quilômetros e estar com a desenhista em segundos. Parecia que a sentia ao meu lado, olhando para mim com seus enormes olhos castanhos e dizendo, com aquela voz grave de quem tudo sabe e que me entende mais do que imagina: “Amo você, tia, mais do que o infinito, do fundo do meu coração’.
Ah, o amor…

ela é linda! =)